Escolher a capacidade de um bebedouro exige mais do que contar quantas pessoas circulam pelo local. Empresas, escolas e indústrias possuem rotinas diferentes, e o equipamento precisa acompanhar principalmente os períodos de maior consumo.
Para chegar a uma escolha mais segura, transforme a rotina em informações objetivas.
1. Conte todos os usuários.
Considere colaboradores, alunos, clientes, visitantes e prestadores atendidos por cada ponto de água.
Também verifique:
- Quantos turnos existem;
- Se haverá apenas um bebedouro;
- Se o número de usuários pode aumentar;
- Quantas pessoas circulam pelo ambiente diariamente.
2. Identifique os horários de pico.
O total de pessoas é importante, mas a concentração do consumo pode ser ainda mais decisiva.
Intervalos escolares, trocas de turno e pausas coletivas fazem muitas pessoas procurarem água ao mesmo tempo. Já em escritórios, o consumo costuma acontecer de maneira mais distribuída.
Quanto maior o pico, maior deverá ser a capacidade de atendimento do equipamento.
3. Observe como a água será consumida.
Copos pequenos, garrafas e jarras exigem volumes diferentes. Se muitas pessoas abastecem garrafas em sequência, o consumo aumenta rapidamente.
Avalie:
- O tamanho dos recipientes;
- A frequência de abastecimento;
- A quantidade de torneiras;
- A necessidade de água gelada e natural;
- Quantas pessoas utilizarão o equipamento simultaneamente.
4. Considere as condições do ambiente.
Locais quentes e água de entrada em temperatura elevada exigem mais do sistema de refrigeração. A instalação também deve oferecer ventilação suficiente para o funcionamento adequado.
Verifique o espaço disponível, a rede hidráulica, o ponto elétrico, o escoamento e a distância de fontes de calor.
5. Analise reserva e refrigeração separadamente.
A capacidade do reservatório informa quanto de água o equipamento armazena. Já a capacidade de refrigeração indica quanto ele consegue gelar em determinado período.
Os dois dados precisam ser avaliados juntos. Um reservatório grande pode não ser suficiente se a refrigeração não acompanhar o ritmo de consumo.
O cálculo orienta, mas a rotina define!
Uma estimativa inicial ajuda a reduzir as opções, mas a decisão final deve considerar o fluxo de pessoas, os horários de pico, os recipientes utilizados e as especificações de cada modelo.
Com equipamentos desenvolvidos para diferentes níveis de demanda, a Cânovas auxilia empresas, escolas e indústrias a transformar os dados da rotina em uma escolha mais segura, prática e adequada à operação.